Smartwatches baratos ganham recursos avançados e chegam a 2026 por menos de R$ 350
Em 2026, quem procura um relógio inteligente sem gastar muito já encontra modelos com tela de alta definição, sensores confiáveis e bateria que passa de uma semana. Marcas como Haylou, Xiaomi, Samsung, Huawei e Amazfit preenchem o segmento de entrada e intermediário, oferecendo equipamentos capazes de monitorar saúde, atividades físicas e notificações a preços que partem de R$ 200.
Critérios que definem um bom smartwatch econômico
Para figurar entre os preferidos de quem busca custo-benefício, um smartwatch precisa reunir três pontos essenciais: tela legível em ambientes externos, autonomia suficiente para pelo menos cinco dias de uso contínuo e sensores minimamente precisos para batimentos, oxigenação do sangue e sono. Em faixas de preço mais baixas, a ausência de GPS ainda é comum, mas não inviabiliza o acompanhamento geral de atividades leves.
Também pesa na decisão o aplicativo de gerenciamento: quanto mais simples e estável a integração com o smartphone, melhor a experiência de uso. Por fim, resistência à água e construção confortável completam a lista de requisitos básicos.
Sete destaques de 2026
Entre dezenas de lançamentos, sete modelos se consolidam como as principais escolhas para quem quer economizar:
Haylou RS5 – Com tela AMOLED de 2 polegadas, certificação IP68 contra água e poeira e autonomia de até sete dias, é encontrado por até R$ 200. Indicado a usuários que priorizam visual amplo para notificações e não necessitam de GPS.
Redmi Watch 5 Active – Oferece tela de 2 polegadas, suporte para chamadas via Bluetooth e bateria que alcança 18 dias de uso moderado. Fica na faixa de R$ 200 a R$ 300, atraindo quem busca longa duração longe da tomada.
Samsung Galaxy Fit3 – Traz tela AMOLED, integração direta com o ecossistema Samsung e peso reduzido, pensando no conforto durante todo o dia. Custando entre R$ 200 e R$ 300, atende usuários que realizam atividades físicas leves e preferem pulseira discreta.
Haylou Solar Plus – Inclui display AMOLED, proteção IP68, chamadas por Bluetooth e série de métricas de saúde. Também posicionado entre R$ 200 e R$ 300, foca em quem deseja visual convencional de relógio e funções completas sem exigir GPS embutido.
Haylou Watch 4S – Primeiro da lista acima de R$ 300, entrega GPS integrado, brilho de 1 000 nits e boa autonomia. Indicado a praticantes de corrida ou caminhada que precisam registrar trajeto com maior precisão.
Huawei Band 10 – Pulseira com GPS próprio, sensor de sono reconhecido pela precisão e design leve. Na mesma faixa do 4S, é opção para quem prefere formato mais estreito sem abrir mão de métricas detalhadas de descanso e exercício.
Amazfit Bip 6 – Exibe tela AMOLED de 2 000 nits, GPS considerado preciso e bateria que alcança 14 dias. Passa de R$ 300, mas permanece abaixo de modelos premium, atraindo esportistas casuais que precisam de localização constante e visibilidade intensa.
Perfis de usuário e escolha ideal
A definição do relógio mais adequado depende do uso pretendido. Para quem quer apenas receber notificações, checar passos diários e medir batimentos, os aparelhos de até R$ 200 bastam. Usuários que valorizam bateria prolongada encontram boa relação entre custo e tempo longe da tomada no Redmi Watch 5 Active.
Praticantes de corridas ou ciclismo que necessitam de rotas detalhadas devem investir em modelos acima de R$ 300, onde GPS dedicado e brilho de tela superior facilitam a leitura em ambientes externos. Já quem prioriza conforto e discrição tem na Huawei Band 10 e no Galaxy Fit3 alternativas com peso reduzido e formato compacto.
Mercado amadurecido reduz barreira de entrada
O cenário atualizado mostra que gastar pouco não significa abrir mão de qualidade. Sensores de saúde, alertas de aplicativos, controle de música e até chamadas de voz ganharam espaço entre dispositivos acessíveis, antes restritos a versões premium. O avanço na fabricação de componentes e a maior competição entre marcas resultaram em preços menores sem comprometer funcionalidades básicas.
Dessa forma, em 2026 o consumidor encontra múltiplas opções capazes de atender rotinas simples ou exercícios moderados por valores que não ultrapassam R$ 350. A recomendação segue clara: avaliar necessidade real, checar compatibilidade com o smartphone e escolher o modelo cuja autonomia, tela e recursos se ajustem ao dia a dia.
Com oferta diversificada, a tendência é que relógios cada vez mais completos continuem a surgir na mesma faixa de preço, consolidando o smartwatch como item acessível dentro do universo de dispositivos vestíveis.



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